Posts Em Destaque

Ganho com imóvel pode alcançar dois dígitos ao ano até 2022

02/03/2020

Preços estão cerca de 20%, em média, abaixo dos valores antes da recessão

 

Que o mercado imobiliário está em ascensão no país ninguém contesta. Mas qual o potencial de ganho de capital para o investidor no atual cenário? Especialistas ouvidos pelo Valor veem espaço para os preços de venda e os aluguéis crescerem, a partir do patamar atual, pelo menos, de dois a três pontos percentuais acima da inflação por três a até seis anos seguidos - o período e a intensidade vão depender da confirmação de catalisadores, como aprovação de reformas, aceleração do crescimento e estabilidade internacional. Porém, gestores e economistas já consideram grandes as chances de os valores subirem dois dígitos pelos próximos três anos ou além.

 

O diretor da Ourinvest Real Estate e professor do Insper, Rossano Nonino, estima uma elevação de preços do metro quadrado e de locação de 12% a 15% ao ano, em média, até 2025. Quem lidera o movimento hoje é a capital paulista, mas outras regiões devem seguir o avanço nos próximos anos. O especialista faz algumas ressalvas sobre a projeção. “O mercado imobiliário tem características muito específicas e o comportamento dos preços obedece a inúmeras variáveis, como localização - existem cidades em que o preço ainda cai -, tipo, ou seja, se é comercial ou residencial, perfil e diversas outras considerações”, pondera.

 

Apesar de os municípios e segmentos apresentarem ritmos de recuperação diferentes, existe uma tendência consolidada de os valores ou terem estabilidade ou subir. O CEO da RBR Asset Management, Ricardo Almendra, revela que seu cenário base para os imóveis comerciais contempla uma subida média de preços, tanto do metro quadrado quanto da locação, de 15% em 2020 e mais 10% em 2021 na capital paulista, o maior mercado do país. Mas considera grande a possibilidade de as elevações se manterem nesse patamar por mais tempo.

 

De acordo com Zylberstajn, os preços de venda em geral variam com menor intensidade do que os de locação em períodos de crise. “A gente aprendeu com a crise que o preço de venda é mais rígido por vário fatores, porque, por exemplo, se sei que meu vizinho vendeu um imóvel por R$ 500 mil é difícil aceitar vender por muito menos.” No caso do aluguel, os proprietários se tornam mais propensos a negociar porque aceitar um desconto é melhor do que arcar com os custos de um imóvel fechado.

Please reload

1/5

Siga o Sindimóveis-RS

nas redes sociais

De 2ªf a 6ªf, das 9h às 17h

Rua Vig. José Inácio 433/506 -
Centro Histórico - 
CEP 90020-100
Porto Alegre/RS

1/2

1/2

1/2

1/2

1/2

1/2

(51) 3086.0599

(51) 9 9721.3463

  • Facebook
  • YouTube